Dança, música e exposições marcam o fim de semana em Sintra

A Câmara Municipal de Sintra apresenta para este fim de semana um programa cultural marcado por exposições, música, dança e uma caminhada. 

O Centro Cultural Olga Cadaval recebe a primeira iniciativa da programação dedicada à celebração da dança, promovida pela autarquia de Sintra ao longo do mês de abril. No dia 5 de abril, pelas 11h00, será exibido o documentário sobre o bailarino Benvindo Fonseca.

Ainda neste espaço cultural, será possível assistir à apresentação da obra “Orfeo ed Euridice”, pelo Coro Iscte e a Orquestra 1755, no dia 6 de abril, às 16h00, com entrada gratuita.

A música estende-se até ao Real Sport Clube de Massamá para o XVII Encontro de Bandas Filarmónicas do Concelho de Sintra, que acontece dias 5 e 6 de abril, e que terá em atuação a Banda da Sociedade Filarmónica União Assaforense, Banda da Sociedade Filarmónica e Recreativa de Pêro Pinheiro e a Banda Filarmónica da União Mucifalense.

No dia 5 de abril, às 14h30 a Casa da Cultura Lívio de Morais promove uma nova caminhada, inserida na iniciativa “Mirando. Caminhos com Cultura”, desta vez centrada na rota dos Moinhos.

Ainda neste fim de semana, aproveite para visitar gratuitamente os Museus Municipais de Sintra e as suas exposições patentes.

O MASMO - Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas tem em exibição a exposição “Dez histórias de liberdade – De escravo a liberto em época romana”, até 31 de maio. Esta mostra surge interligada com a própria exposição permanente, dando a conhecer “histórias” de escravos e libertos romanos que viveram no nosso território, à época – há quase 2000 anos – nos campos agrícolas da cidade romana de Olisipo.

Leal da Câmara: Colaboração no Miau!, de 1916’ é a mostra patente na Casa - Museu Leal da Câmara, até 9 de maio, que dá a conhecer a colaboração artística de Leal da Câmara no jornal portuense Miau!, órgão do género humorístico. Entre os diversos jornais e revistas portugueses, destacam-se alguns, cuja importância no panorama jornalístico, artístico e político do Portugal de então, foi deveras notória.

No MU.SA - Museu das Artes de Sintra descubra a exposição temporária “Coleção Camoniana de Carvalho Monteiro no Quinto Centenário de Luís Vaz de Camões”, que integra as celebrações dos 500 anos do nascimento de poeta (1524-1580). Ainda neste museu poderá encontrar a mostra “Caminho da Água e da Pedra”, de Roland Pangrati, no qual o artista recorre a elementos estáticos, como as rochas, e a elementos dinâmicos, como a água, numa série de trabalhos realizados na técnica tradicional japonesa Nihonga.

No MHNS - Museu de História Natural de Sintra fique a conhecer a Coleção de Minerais, uma exposição composta por 12 vitrines com minerais que representam as diferentes classes (elementos nativos, sulfuretos e sulfossais, óxidos e hidróxidos, halogenetos, carbonatos, fosfatos, sulfatos, tungstatos e silicatos).

Até 30 de abril, a Biblioteca Municipal - Pólo de Queluz tem patente a exposição "Os Livros que não puderam ser livres", composta por uma amostra de obras proibidas em Portugal durante o Estado Novo, com entrada gratuita. Já a Galeria Municipal - Casa Mantero tem presente a exposição “Agarro o sol com as minhas mãos – edição 2”, até 31 de maio.

O Espaço Cidadão de Pêro Pinheiro tem patente, até 19 de abril, a exposição de fotografia “TEMPVS FVGIT – Relógios de Sol do Concelho de Sintra”. A exposição de Emília Pires, fotógrafa de Sintra, é composta por cerca de 60 fotografias sobre a temática dos relógios de sol e pretende ser um primeiro inventário dos relógios de sol existentes em Sintra e aprofundar o seu estudo científico, histórico e artístico.

Na Quinta da Ribafria, a peça "O Meu Braço", apresentada pelo grupo Capítulo Reversível, sobe ao palco aos sábados e domingos, até 20 de abril, sempre às 17h00. "O Meu Braço" conta a história de um homem que passa trinta anos com o braço levantado. A narrativa, apresentada com a autenticidade de uma confissão, desenvolve-se através da manipulação de objetos do quotidiano fornecidos pelo público no início do espetáculo. Esses objetos tornam-se símbolos da história, tão significativos como o braço erguido de uma criança de dez anos.

 

Imagem: "Os Livros que não puderam ser livres", patente na Biblioteca Municipal - Pólo de Queluz

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