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Esclarecimento | PSD de Sintra recorre à mentira e insiste na política do medo

 

Os dois vereadores do PSD de Sintra acusaram hoje a Câmara Municipal de Sintra de ocultar casos de COVID-19 e expor munícipes à doença.

Esta grave acusação é totalmente falsa. Os supostos factos que os vereadores do PSD estão a divulgar, nas redes sociais e em comunicado de imprensa, são uma calúnia grosseira que procura criar medo e alarmismo no concelho de Sintra.

Esta atuação, por si só censurável, tem sido recorrente desde o início desta pandemia e é particularmente grave no contexto social que Sintra e Portugal vivem.

No comunicado, intitulado "Câmara de Sintra oculta caso de COVID-19 e expõe munícipes à doença", é afirmado que "cerca de 30 funcionários (Gabinete de Apoio ao Munícipe) trabalham sem terem feito teste de despistagem do vírus e continuam a fazer atendimento ao público", depois de uma funcionária ter acusado positivo para COVID-19.

Os vereadores do PSD afirmam que, "consideram extremamente grave a forma como o presidente de Câmara está a lidar com esta situação, pondo em risco a saúde dos funcionários e das suas famílias".

A Câmara Municipal de Sintra, que avalia neste momento uma eventual queixa-crime contra os vereadores do PSD em Sintra, lamenta que um partido político com a tradição e história democrática do PSD se deixe instrumentalizar nas redes sociais para fazer baixa política em momento que exigiria seriedade, verdade e sentido de comunidade.

O município de Sintra esclarece os factos ocorridos:

Dia 26 de junho (Sexta-feira) - Uma funcionária do Gabinete de Apoio ao Munícipe (GAMQ), que se encontra em regime de teletrabalho, desde dia 24 de junho, informou que não sentia paladar e que iria entrar em contacto com a Linha de Saúde 24.

Dia 27 de junho (Sábado) – A funcionária realizou o teste e recebeu, pelas 23.45h, o resultado positivo para COVID-19.

Dia 28 de junho (Domingo) – Foram dadas orientações para todos os funcionários, das instalações de Sintra do GAMQ, realizarem o teste de rastreio. Nesse mesmo dia foi realizada a desinfeção do edifício.

Dia 30 de junho (Terça-feira, primeiro dia útil após o feriado de segunda-feira) - Todos os funcionários do GAMQ realizaram o teste à COVID-19 e nenhum dos funcionários, que esteve em contacto com a colaboradora que acusou positivo, voltou a trabalhar.

Em articulação com a Delegada de Saúde, os funcionários que partilharam a mesma zona de trabalho que a funcionária, estão a realizar o período de quarentena obrigatória (14 dias) a contar desde o último dia em que estiveram em contacto com a funcionária.

 

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