Descubra o universo artístico de Mily Possoz em visita guiada no MU.SA

A Câmara Municipal de Sintra convida todos os interessados a participarem na visita guiada à exposição “Mily Possoz. Uma Poética do Espaço”, que terá lugar no próximo dia 17 de janeiro, às 12h30, no MU.SA - Museu das Artes de Sintra.

Esta iniciativa, de entrada livre, dinamizada pela curadora da mostra, Emília Ferreira, proporcionará ao público uma oportunidade única de mergulhar no universo singular da artista modernista.

A visita decorre já nos últimos dias da exposição, que estará patente até 1 de fevereiro, constituindo assim uma ocasião única para conhecer este núcleo dedicado ao período em que Mily Possoz viveu e trabalhou em Sintra.

A exposição integra um projeto de maior dimensão, repartido por três núcleos expositivos: no Museu Nacional de Arte Contemporânea, em Lisboa, de 1 de outubro a 1 de fevereiro; no MU.SA, em Sintra, de 3 de outubro a 1 de fevereiro; e no AHEAD – Advanced Health Education | Health Campus, em Cascais, de 23 de outubro a 1 de fevereiro.

Em Sintra, a mostra irá centrar-se no período de 1943 a 1968, anos em que a artista residiu na vila e registou a sua riqueza natural, patrimonial e humana. O núcleo expositivo destaca o trabalho de Mily Possoz na ilustração de livros, publicidade e turismo, com particular enfoque em Sintra e Almada.

Estarão em evidência pinturas, desenhos, gravuras, matrizes de xilogravura, tapeçarias e objetos que recriam o universo criativo da artista, incluindo obras icónicas como Alto de Penedo – Serra de Sintra, vencedora do Prémio Columbano em 1951, pertencente à Coleção Municipal de Arte, além de peças provenientes de coleções particulares e institucionais, nomeadamente do Hotel de Seteais, Hotel Tivoli, Museu Nacional de Arte Contemporânea e Fundação Calouste Gulbenkian.

Mily Possoz (1888-1968) é uma das mais relevantes figuras da primeira geração de pintores modernistas portugueses, reconhecida pelo carácter internacional da sua obra e pela originalidade com que retratou a paisagem e a vivência em Sintra. O seu trabalho afasta-se das representações literais, privilegiando composições assimétricas e frequentemente oníricas, reveladoras de uma relação profundamente pessoal e emocional com os espaços.

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