CONSTRUÇÃO (A)PARENTE

OBRA PICTÓRICA E GRÁFICA DE DORINDO CARVALHO + “ALMADA NEGREIROS, O ICONOCLASTA “- TEATRO DIGITAL


21 jan a 06 mar 2022 | MU.SA- Museu das Artes de Sintra

A exposição CONSTRUÇÂO (A) PARENTE pretende reunir a obra pictórica e gráfica, de várias épocas, de DORINDO DE CARVALHO interligando-as com o teatro digital,  “ALMADA NEGREIROS,  O ICONOCLASTA”, da ÉTER PRODUÇÃO CULTURA
Sobre Dorindo Carvalho (n. 1937, Lisboa)

Artista plástico português de reconhecido mérito cuja polivalência abrange modalidades tão distintas como o desenho, a pintura, o desenho gráfico, o cinema de animação, a fotografia, a cenografia e figurinos para teatro, gravura, ilustração. Natural de Lisboa, onde nasceu em 1937; cursou a Escola de Artes Decorativas António Arroio; foi expedicionário, tendo participado em Luanda em várias exposições e colaborado com o Teatro Experimental, para o qual concebeu cenários e figurinos; ilustrou, escreveu e editou livros para crianças. Colaborou como ilustrador em dezenas de jornais e revistas e tornou-se conhecido pelo excelente nível das capas para livros de escritores dos mais relevantes da sua contemporaneidade.
Partindo de uma ideia clássica do teatro de Shakespeare (o confronto entre o ser e o não ser), a pintura de Dorindo Carvalho exorta-nos à contemplação da essência do ser, talvez o princípio mais complexo da história do pensamento ocidental. A representação do ser, enquanto entidade autónoma do espírito, através da arte pictórica, é um dos atributos do trabalho do autor ao longo das últimas décadas.
Recebeu da CMS a medalha de Mérito Municipal Grau Ouro, em 2011.
Sobre o Teatro digital - ALMADA NEGREIROS, O ICONOCLASTA - ÉTER PRODUÇÃO CULTURAL

Artista plástico português de reconhecido mérito cuja polivalência abrange modalidades tão distintas como o desenho, a pintura, o desenho gráfico, o cinema de animação, a fotografia, a cenografia e figurinos para teatro, gravura, ilustração. Natural de Lisboa, onde nasceu em 1937; cursou a Escola de Artes Decorativas António Arroio; foi expedicionário, tendo participado em Luanda em várias exposições e colaborado com o Teatro Experimental, para o qual concebeu cenários e figurinos; ilustrou, escreveu e editou livros para crianças. Colaborou como ilustrador em dezenas de jornais e revistas e tornou-se conhecido pelo excelente nível das capas para livros de escritores dos mais relevantes da sua contemporaneidade.
Partindo de uma ideia clássica do teatro de Shakespeare (o confronto entre o ser e o não ser), a pintura de Dorindo Carvalho exorta-nos à contemplação da essência do ser, talvez o princípio mais complexo da história do pensamento ocidental. A representação do ser, enquanto entidade autónoma do espírito, através da arte pictórica, é um dos atributos do trabalho do autor ao longo das últimas décadas.
Recebeu da CMS a medalha de Mérito Municipal Grau Ouro, em 2011.