A Assembleia Municipal, sob proposta da Câmara Municipal de Sintra, aprovou a delimitação das seguintes Áreas de Reabilitação Urbanas (ARU):
Discussão Pública
Estratégias de Reabilitação Urbana Sintra 20/30
Incentivos Camarários e Benefícios Fiscais

Nota: Para obter informação mais detalhada deverá ser consultado o Programa Estratégico ou a Estratégia da respetiva ARU
Área de Reabilitação Urbana - Centro Histórico de Sintra
Área de Reabilitação Urbana de Mem Martins/Rio Mouro
Área de Reabilitação Urbana de Agualva
Área de Reabilitação Urbana de Queluz-Belas (aprovação em Assembleia Municipal de 5/julho/2016)
Área de Reabilitação Urbana - Centro Histórico de Sintra
- Fixação e atração de residentes no centro histórico
- Qualificação da oferta e da procura turística
- Valorização do espaço público, tornando-o inclusivo e dinâmico
- Atividades económicas geradoras de cooperação numa cadeia de valor, associadas à cultura local, ao turismo e à inovação
- Um território sustentável nas vertentes ambiental, económica e social
Eixo Estratégico 1 - “Promover a sustentabilidade económica de Sintra através da promoção de Sintra como destino turístico”:
1. Criação de emprego através da dinamização da atividade turística e cultural
2. Criar a oferta de equipamentos que viabilize a promoção de produtos turísticos complementares aos produtos estrela como a Gastronomia Local
3. Promoção de animação e oferta cultural, teatros, espetáculos de música, feiras, etc. concertadas entre si, promovendo atividades durante todo o ano, especialmente entre Abril e Outubro
4. Dinamização, qualificação e profissionalização do comércio local
5. Afirmar e promover Sintra como destino turístico internacional, aumentando a sua visibilidade nos produtos turísticos selecionados (numa perspetiva sustentável)
Eixo Estratégico 2: “Promoção de eficiência na gestão do território, na dimensão institucional que assente num processo de governança ativo, comunicado e promovido ”
1. Nomeação de entidade responsável pela Gestão e prossecução dos objetivos para a Área de Reabilitação Urbana
2. Estabelecimento e mediação de relações entre entidades públicas e privadas (empresas, associações, residentes, proprietários, etc.)
3. Criação de Plano de Marketing com plano de comunicação e promoção da ARU-CHS, destinado aos públicos interno e externo para divulgação das intervenções no espaço público e dimensão económico-social
4. Normalização de procedimentos urbanísticos, promovendo lógicas eficientes de gestão e de regulamentação do território
5. Implementação de métodos de avaliação e monitorização da situação atual e concretização do Programa Estratégico
6. Alterações normativas dependentes do município, através da aplicação de regulamentos municipais a rever e/ou a elaborar para a área da ARU-CHS e outros instrumentos de gestão do território.
7. Candidatura a apoios financeiros no quadro comunitário de apoio vigente 2014-2020:
8. Promoção da utilização de instrumentos de execução de política urbanística nos casos em que os proprietários não procedam à requalificação
9. Criação de um quadro de apoios fiscais e financeiros incentivadores da reabilitação urbana
10. Dinamização e intervenção no património municipal
Eixo Estratégico 3 – Sustentabilidade Social
Eixo Estratégico 3 “Promoção e Qualificação da Estrutura Social e dos Serviços Associados ”
1. Promover a fixação da população
2. Criação de uma bolsa municipal de arrendamento
3. Promover estruturas e serviços de apoio à terceira idade
4. Promoção da cultura, identidade e cidadania
5. Reestruturação da rede de equipamentos e serviços, garantindo oferta do comércio local e dos serviços de proximidade;
Eixo Estratégico 4 – Qualificação do ambiente urbano
1. Reabilitação do Edificado no CHS;
2. Requalificação do Espaço Público, da Vila Velha de Sintra, de S. Pedro – na Praça D. Fernando II e Largo da Igreja de S. Pedro, da Estefânea e Portela,
3. Mobilidade e Transportes com,
4. Requalificação das Infraestruturas através
5. Qualidade do Ar através das seguintes ações
A Operação de Reabilitação Urbana Sistemática do Centro Histórico de Sintra, incluindo a delimitação da área a reabilitar e a elaboração da base para o programa estratégico de reabilitação foi selecionada ao abrigo do Programa Operacional Regional de Lisboa para um co-financiamento de 65% pelo FEDER.Áreas de Reabilitação Urbana das cidades
- Área de Reabilitação Urbana de Agualva
- Área de Reabilitação Urbana de Mem Martins/Rio Mouro
- Área de Reabilitação Urbana de Queluz-Belas
- Área de Reabilitação Urbana de Rio de Mouro Velho
A Visão para a ARU – Agualva
Reabilitar Agualva, com enfoque nas áreas de intervenção prioritária através da requalificação do espaço público promovendo-as como locais aglutinadores de vivências, reforçando a identidade do local, onde a praça, a rua, o largo de excelência contribuem para a inclusão social e cultural, favorecendo a dinâmica económica, indutores de qualidade de vida urbana.
Pretende-se alcançar no horizonte de implementação deste programa:
- A Requalificação das Áreas de Intervenção Prioritária, promovendo a qualificação dos espaços urbanos e a atratividade de serviços e atividades económicas;
- A Beneficiação do Espaço Público, tornando-o inclusivo e dinâmico;
- A Valorização do Património Histórico e da identidade local associadas à cultura e à economia local;
- À Reabilitação do Edificado;
Reforçar as centralidades urbanas, favorecendo o carater identitário dos lugares
- Beneficiação dos espaços de circulação pedonal
- Ordenamento dos espaços de estacionamento
- Valorização dos espaços coletivos de estadia
- Beneficiação das condições para a utilização de modos de transporte suave
- Beneficiação dos espaços verdes
- Incentivo à reabilitação de edificado
- Reabilitação de equipamentos
- Delimitação das áreas urbanas consolidadas;
- Presença de ligações urbanas funcionais entre aglomerados, como existência de equipamentos coletivos com âmbito de abrangência sobre população de diferentes aglomerados ou freguesias;
- Presença de ligações funcionais traduzidas na malha urbana, quer pela existência de vias estruturadoras, quer pela necessidade de promover a conexão de espaços urbanos;
- Presença de património histórico cultural a preservar e valorizar;
- Identificação de elementos parte da estrutura verde urbana;
Fora do perímetro urbano é delimitado pela via de ligação, ribeira ou cadastro propriedade e integra pontos notáveis da paisagem.
Veja AQUI o documento completo
- Reforçar as centralidades urbanas e as conceções entre as mesmas, favorecendo o caráter identitário dos lugares
- Requalificação de núcleos urbanos históricos
- Valorização património histórico
- Reabilitação de monumentos
- Requalificação de núcleos urbanos históricos
- Beneficiação dos espaços de circulação pedonal
- Ordenamento dos espaços de estacionamento
- Valorização dos espaços coletivos de estadia
- Requalificação das margens da Ribeira do Jamor e beneficiação dos espaços verdes lineares de descompressão urbana, estruturação da cidade e ligação entre as comunidades
- Beneficiação das condições para a utilização de modos de transporte suave
- Incentivo à reabilitação de edificado
- Reforçar as centralidades existentes e as conexões entre si, favorecendo o carater identitário dos lugares;
- Promover a integração com a envolvente e potenciar a ligação entre pontos focais, facilitando o acesso às zonas empresariais e aos dois lados do IC 19;
- Beneficiação do espaço público e dos espaços coletivos de estadia;
- Limpeza e monotorização das massas de águas da Ribeira da Lage;
- Estruturação e aproveitamento para fins de lazer e de vivência comunitária dos percursos pedonais existentes entre as comunidades, com atravessamento da Ribeira da Lage;
- Promover o turismo associado ao modo de vida rural, como fator complementar para o desenvolvimento sustentável;
- Combater a pobreza e exclusão social;
- Promover a integração social e cultural;
- Incentivo à reabilitação de parque edificado;
- Reabilitação de símbolos e legados históricos;
- Reabilitação de equipamentos coletivos.
Áreas de Reabilitação Urbana no litoral
- Área de Reabilitação Urbana de Colares-Almoçageme
- Área de Reabilitação Urbana de São João das Lampas – Magoito
- Área de Reabilitação Urbana de Ulgueira-Cabo da Roca
Estando geograficamente perto, traduzem ambientes e vivências que se complementam.
Para alem da industria existente, a agricultura e turismo tem recursos de suporte para a dinamização dos produtos. O alojamento local tem vindo a aumentar.
Áreas de Reabilitação Urbana (simples)
- Área de Reabilitação Urbana do Alto das Falimas
- Área de Reabilitação Urbana do Bairro Vale da Moura
- Área de Reabilitação Urbana da Quinta da Nossa Senhora do Enfermos
- Área de Reabilitação Urbana de Mem Martins/Rio Mouro
- Área de Reabilitação Urbana de Agualva-Cacém
- Área de Reabilitação Urbana de Massamá/Monte Abraão
- Área de Reabilitação de Almargem do Bispo/Albogas
- Área de Reabilitação Urbana de Negrais
- Área de Reabilitação Urbana de Aruil
- Área de Reabilitação de Sabugo/Almornos
- Área de Reabilitação de Covas de Ferro
- Área de Reabilitação Urbana do Bairro de Oureças
- Área de Reabilitação Urbana de Francos
- Área de Reabilitação Urbana de Dona Maria/ Camarões
Com o objetivo de responder à necessidade de reabilitar tecidos urbanos e edifícios degradados, numa estratégia concertada entre diferentes atores (públicos e privados) e na sequência da aprovação da Proposta nº 962-P/2016, em Reunião de Câmara de dia 25 de novembro de 2016 e após deliberação da Assembleia Municipal, datada de 12 de dezembro de 2016, foi aprovada a delimitação da Área de Reabilitação Urbana do Alto das Falimas, na Modalidade Simples.
A delimitação da Área de Reabilitação Urbana Simples do Alto das Falimas foi publicado pelo Aviso n.º 3080/2017, em Diário da República, 2ª série, n.º 59, de 23 de março de 2017.
Recorde-se que as áreas classificadas como AUGI, submetem-se ao regime legal de carácter excecional[1], sendo a gestão entre os proprietários e comproprietários do bairro, dirigida pela Administração Conjunta do Alto das Falimas, cujo processo de reconversão urbanística assenta na operação de loteamento ALT/10169/2013 (Antecedentes URB/9454/2012/CP, LT/579/2009, LT/4615/1996, LT/2505/1981) objeto dos principais parâmetros urbanísticos globais.
- Delimitação das áreas urbanas consolidadas;
- Presença de ligações urbanas funcionais entre aglomerados, como existência de equipamentos coletivos com âmbito de abrangência sobre população de diferentes aglomerados ou freguesias;
- Presença de ligações funcionais traduzidas na malha urbana, quer pela existência de vias estruturadoras, quer pela necessidade de promover a conexão de espaços urbanos;
- Presença de património histórico cultural a preservar e valorizar;
- Identificação de elementos parte da estrutura verde urbana;
Fora do perímetro urbano é delimitado pela via de ligação, ribeira ou cadastro propriedade e integra pontos notáveis da paisagem.
Veja AQUI o documento completo
- Delimitação das áreas urbanas consolidadas;
- Presença de ligações urbanas funcionais entre aglomerados, como existência de equipa mentos coletivos com âmbito de abrangência sobre população de diferentes aglomerados ou freguesias;
- Presença de ligações funcionais traduzidas na malha urbana, quer pela existência de vias estruturadoras, quer pela necessidade de promover a conexão de espaços urbanos;
- Presença de património histórico cultural a preservar e valorizar;
- Identificação de elementos parte da estrutura verde urbana;
- Fora do perímetro urbano é delimitado pela via de ligação, ribeira ou cadastro propriedade e integra pontos notáveis da paisagem.A delimitação desta ARU, na modalidade simples, pretende incluir toda a área urbana que não ficou incluída na ARU Sistemática do núcleo central de Agualva. Esta é uma zona bastante densificada, cuja época de construção mais expressiva ocorreu após a década de 1960, tendo decrescido nas últimas décadas.
Veja AQUI o documento completo.
- Integração na Cidade de Queluz e sua inteira integração em área de reabilitação urbana, em conjunto com a ARU de Queluz/Belas e a ARU do Pendão;
- Delimitação das áreas urbanas consolidadas;
- Presença de ligações urbanas funcionais entre aglomerados, como existência de equipamentos coletivos com âmbito de abrangência sobre população de diferentes aglomerados ou freguesias;
- Presença de ligações funcionais traduzidas na malha urbana, quer pela existência de vias estruturadoras, quer pela necessidade de promover a conexão de espaços urbanos;
- Presença de património histórico cultural a preservar e valorizar;
Identificação de elementos parte da estrutura verde urbana; - Fora do perímetro urbano é delimitado pela via de ligação, ribeira ou cadastro propriedade e integra pontos notáveis da paisagem.
Veja AQUI o documento completo.
- Reabilitação do Espaço Público, nomeadamente dos principais Largos, Praças e Vias Estruturantes;
- Reabilitação e Valorização de elementos identitários, nomeadamente fontes, chafarizes ou outros;
- Avaliação e eventual alteração das condições de tráfego e de estacionamento dentro das localidades;
- Reforço das infraestruturas;
- Melhoria das condições de mobilidade, com recurso aos transportes públicos;
- Promoção da dinâmica económica local, atendendo aos produtos e recursos locais;
- Dinamização de projetos que visem a integração social e cultural;
- Valorização ambiental e promoção de modos suaves de mobilidade, em pequenos percursos pedonais e cicláveis;
- Criar condições para proporcionar uma maior atratividade dos polos industriais e empresariais localizados a norte do concelho, impulsionadores de novos investimentos e geradores de criação de emprego;
- Reabilitação do Edificado.
- Delimitação das áreas urbanas consolidadas;
- Presença de ligações urbanas funcionais entre aglomerados, como existência de equipamentos coletivos com âmbito de abrangência sobre população de diferentes aglomerados ou freguesias;
- Presença de ligações funcionais traduzidas na malha urbana, quer pela existência de vias estruturadoras, quer pela necessidade de promover a conexão de espaços urbanos;
- Presença de património histórico-cultural a preservar e valorizar;
- Identificação de elementos parte da estrutura verde urbana;
- Fora do perímetro urbano é delimitado pela via de ligação, ribeira ou cadastro propriedade e integra pontos notáveis da paisagem.
- Delimitação das áreas urbanas consolidadas;
- Presença de ligações urbanas funcionais entre aglomerados, como existência de equipamentos coletivos com âmbito de abrangência sobre população de diferentes aglomerados ou freguesias;
- Presença de ligações funcionais traduzidas na malha urbana, quer pela existência de vias estruturadoras, quer pela necessidade de promover a conexão de espaços urbanos;
- Presença de património histórico-cultural a preservar e valorizar;
- Identificação de elementos parte da estrutura verde urbana;
- Fora do perímetro urbano é delimitado pela via de ligação, ribeira ou cadastro propriedade e integra pontos notáveis da paisagem.
- Delimitação das áreas urbanas consolidadas;
- Presença de ligações urbanas funcionais entre aglomerados, como existência de equipamentos coletivos com âmbito de abrangência sobre população de diferentes aglomerados ou freguesias;
- Presença de ligações funcionais traduzidas na malha urbana, quer pela existência de vias estruturadoras, quer pela necessidade de promover a conexão de espaços urbanos;
- Presença de património histórico-cultural a preservar e valorizar;
- Identificação de elementos parte da estrutura verde urbana;
- Fora do perímetro urbano é delimitado pela via de ligação, ribeira ou cadastro propriedade e integra pontos notáveis da paisagem.
- Delimitação das áreas urbanas consolidadas;
- Presença de ligações urbanas funcionais entre aglomerados, como existência de equipamentos coletivos com âmbito de abrangência sobre população de diferentes aglomerados ou freguesias;
- Presença de ligações funcionais traduzidas na malha urbana, quer pela existência de vias estruturadoras, quer pela necessidade de promover a conexão de espaços urbanos;
- Presença de património histórico-cultural a preservar e valorizar;
- Identificação de elementos parte da estrutura verde urbana;
- Fora do perímetro urbano é delimitado pela via de ligação, ribeira ou cadastro propriedade e integra pontos notáveis da paisagem.
Foi delimitada a Área de Reabilitação Urbana de Francos, na freguesia de Rio de Mouro, pela Proposta n.º 647-P/2019 aprovada pela Câmara Municipal de Sintra em 23 de julho de 2019 e pela Assembleia Municipal de Sintra em 25 de setembro de 2019, publicada pelo Aviso nº 17200/2019, em Diário da República n.º 206, Série II de 2019-10-25.
A presente delimitação visa impulsionar a reabilitação de áreas urbanas que se encontram de génese ilegal, algumas delas com processos de reconversão urbanística em curso, integrando-as na zona envolvente e em simultâneo contribuir para a resolução de questões inerentes aos respetivos processos de reconversão urbanística.
Atendendo ao Modelo de Desenvolvimento Territorial aprovado em 2015 e diagnóstico sobre o sistema urbano que integra a revisão do Plano Diretor Municipal de Sintra e seguindo os princípios e objetivos definidos em sede da Estratégia Municipal de Reabilitação Urbana para o horizonte 2020/2030, pretende-se com a inclusão destas áreas, reforçar a política municipal de intervenção em espaço urbano, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida das populações residentes, através da valorização dos lugares, da criação de infraestruturas, da requalificação do espaço público, reabilitação do parque edificado e valorização dos sistemas naturais existentes.
Foi delimitada a Área de Reabilitação Urbana de Dona Maria/ Camarões, na União das freguesias de Almargem do Bispo, Pero Pinheiro e Montelavar pela Proposta n.º 647-P/2019 aprovada pela Câmara Municipal de Sintra em 23 de julho de 2019 e pela Assembleia Municipal de Sintra em 25 de setembro de 2019, publicada pelo Aviso nº 17200/2019, em Diário da República n.º 206, Série II de 2019-10-25.
A presente delimitação visa impulsionar a reabilitação de áreas urbanas que se encontram de génese ilegal, algumas delas com processos de reconversão urbanística em curso, integrando-as na zona envolvente e em simultâneo contribuir para a resolução de questões inerentes aos respetivos processos de reconversão urbanística.
Atendendo ao Modelo de Desenvolvimento Territorial aprovado em 2015 e diagnóstico sobre o sistema urbano que integra a revisão do Plano Diretor Municipal de Sintra e seguindo os princípios e objetivos definidos em sede da Estratégia Municipal de Reabilitação Urbana para o horizonte 2020/2030, pretende-se com a inclusão destas áreas, reforçar a política municipal de intervenção em espaço urbano, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida das populações residentes, através da valorização dos lugares, da criação de infraestruturas, da requalificação do espaço público, reabilitação do parque edificado e valorização dos sistemas naturais existentes.
Áreas de Reabilitação Urbana Empresarial
A delimitação da ARU Empresarial da Belas Vista, na modalidade Sistemática, obedeceu aos seguintes critérios:
- Delimitação das áreas urbanas consolidadas;
- Inclusão da área abrangida pela UOPG1 do PARQUE EMPRESARIAL DA BELA VISTA expressa na proposta de revisão do Plano Diretor Municipal, de Sintra colocado a discussão pública;
- Presença de ligações urbanas funcionais entre aglomerados, como existência de equipamentos coletivos com âmbito de abrangência sobre população de diferentes aglomerados ou freguesias;
- Presença de ligações funcionais traduzidas na malha urbana, quer pela existência de vias estruturadoras, quer pela necessidade de promover a conexão de espaços urbanos;
- Presença de património histórico-cultural a preservar e valorizar;
- Identificação de elementos parte da estrutura verde urbana;
- Fora do perímetro urbano é delimitado pela via de ligação, ribeira ou cadastro propriedade e integra pontos notáveis da paisagem.
Nesta área empresarial, com uma área de 92 hectares e que tem uma localização privilegiada, ao longo da Estrada de Paços de Arcos e junto ao IC 19, localizam-se mais de 400 empresas e trabalham, segundo levantamento efetuado pelo GAEM, em 2014, 2.670 trabalhadores.
De acordo com o referido levantamento esta zona industrial/empresarial apresenta no que concerne ao espaço público, algumas carências que urge colmatar: Caracterização do espaço público da zona industrial | |
Qualificação do Espaço Público (Apreciação Global) | Espaço desqualificado |
Iluminação Pública | Boa cobertura em geral, havendo, no entanto, algumas bolsas em que a iluminação é deficiente |
Pavimento | Contrastes na qualidade das vias rodoviárias. Troços com necessidade de repavimentação |
Higiene | Bom |
Saneamento | Bom |
Outras situações | Falta de sinalética informativa da zona industrial. Carência de estruturas verdes. Insegurança noturna |
Existência de atividades de apoio | Presença de atividades económicas diversificadas. Proximidade da área urbana do Cacém e de São Marcos, e do Parque Tecnológico de Tagus Park (Oeiras), onde podem usufruir de outras atividades |
Conforto/ satisfação | Os empresários, em geral, sentem-se satisfeitos com a ótima localização geográfica. Insatisfeitos com a integração/identidade da área |
Observações | Necessidade de medidas de qualificação do espaço em causa, de forma a melhorar o pavimento rodoviário, o conflito do espaço pedonal/automóvel, a iluminação pública, o mobiliário urbano, espaços verdes (áreas relvadas e ajardinadas) e sua integração na paisagem, que no seu conjunto contribuem para a imagem e identidade própria do espaço, bem como, para a valorização e competitividade do território |

