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Concerto de Apresentação da Orquestra Municipal de Sintra - D. Fernando II

Centro Cultural Olga Cadaval
5 de Outubro 2020, 16h00
A Orquestra Municipal de Sintra - D. Fernando II, que agora se apresenta pela primeira vez, é um projeto único a nível nacional que pretende permitir a fruição da grande música clássica a todo o Concelho de Sintra.

O programa escolhido para este concerto conjuga Sintra, D. Fernando II e o Ano Beethoven: a primeira obra, a sinfonia de abertura da serenata Siface e Sofonisba, foi estreada a 5 de Julho de 1783 no Palácio de Queluz para celebrar o aniversário de D. Pedro III e foi escrita por um dos principais compositores portugueses, António Leal Moreira. A segunda obra do alinhamento, Obertur, pertence a um compositor português oitocentista, António Duarte Alquim, contemporâneo de D. Fernando II, que que dedicou a obra a D. Luís I, filho de D. Fernando. Finalmente, celebrando-se em 2020 o 250.º aniversário do nascimento de Beethoven, é interpretada uma das mais emblemáticas obras do famoso compositor, a Sinfonia n.º 5, cujas primeiras notas serão, porventura, as mais conhecidas de toda a história da música.

ANTÓNIO LEAL MOREIRA (1758-1819)

Siface e Sofonisba, sinfonia - estreia moderna

I. Allegro con Spririto

II. Andante

III. Allegro com brio

ANTÓNIO DUARTE ALQUIM (séc. XIX)

Obertur - estreia moderna

LUDWIG VAN BEETHOVEN (1770-1827)

Sinfonia n.º 5 em dó menor, Op. 67

I. Allegro con brio

II. Andante com moto

III. Scherzo: allegro

IV. Allegro


Classificação etária: > 6 anos

ORQUESTRA MUNICIPAL DE SINTRA - D. FERNANDO II

Direção musical
Cesário Costa
Cesário Costa | Direcção Artística e Maestro Titular
Cesário Costa tem vindo a distinguir-se como um dos mais ativos maestros portugueses da sua geração. Depois de concluir, em Paris, o Curso Superior de Piano, estudou Direção de Orquestra, completando a Licenciatura e o Mestrado na Escola Superior de Música de Würzburg (Alemanha). Recentemente, obteve o Doutoramento pela Universidade Nova de Lisboa, com a tese "Noble et Sentimental: Pedro de Freitas Branco e a problemática da interpretação na música de Maurice Ravel". Em 1997, foi bolseiro do Festival de Música de Bayreuth e vencedor do III Concurso Internacional Fundação Oriente para Jovens Chefes de Orquestra e, desde então, foi convidado para dirigir inúmeras formações nacionais e estrangeiras. O seu reportório estende-se do barroco ao contemporâneo, incluindo mais de cento e trinta obras em estreia absoluta. Para além da direção de orquestras, tem exercido funções de docência e de programação musical em várias instituições. Foi Presidente da Metropolitana/Associação Música, Educação e Cultura, instituição que gere a Orquestra Metropolitana de Lisboa (da qual foi também Diretor Artístico), a Academia Nacional Superior de Orquestra, a Escola Profissional Metropolitana e o Conservatório da Metropolitana. Foi Diretor Artístico e Maestro Titular da Orquestra do Algarve, da Orquestra Clássica do Sul, da Orquestra Clássica de Espinho, da Orquestra de Câmara Musicare, Diretor Artístico dos Concertos Promenade do Coliseu do Porto e Maestro Titular da OrchestrUtópica. Paralelamente, assumiu lugares de docente em várias escolas e foi professor na Universidade Católica Portuguesa. É investigador Colaborador do CESEM | Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (FCSH-UNL), Diretor Artístico do In Spiritum - Festival de Música do Porto, Maestro Titular e Diretor Artístico da Orquestra Sinfónica Ensemble, Maestro Titular e Diretor Artístico da Orquestra Bomtempo e Maestro Titular e Diretor Artístico da Orquestra Municipal de Sintra - D. Fernando II.